Uma História Única
Em carta pública “aos amigos”, às vésperas de pedir licença do cargo de Governador, José Roberto Arruda lista alguns dos processos históricos ligados a acusações de corrupção no Brasil, como o impeachment em 1992 do então Presidente Collor, os processos ligados ao “mensalão” que atingiu o governo Lula do PT em 2005, e os escândalos que abalaram o governo de Yeda Crusius no Rio Grande do Sul em 2008 e 2009.
Não há paralelo entre eles, no que tange ao fato que os originou (denúncia) e nos seus desfechos. Destaca-se o papel que os veículos de comunicação tiveram dando acesso crescente em tempo real a todas as etapas de seus desenvolvimentos. E, mais recentemente, ao método que expõe através da explosão midiática as operações da Polícia Federal para o deflagrar do escândalo escolhido.
No caso do Rio Grande do Sul, mal empossada, no primeiro ano de governo, me vi enfrentando uma cpi de primeira hora sobre o Departamento de Estradas de Rodagem (Daer), seguida da deflagração de operação da Polícia Federal envolvendo a Universidade de Santa Maria e seus contratos, como os do Detran estadual há anos, e o que mais veio em sequência de enredo único.
Como tenho dito, a história escreverá sobre esse período. Em cada momento do período que ela analisará vivi o “momento presente”. A sequência de denúncias falsas, repetidas sempre pela mesma articulação de origem, providencialmente divulgadas em coletivas de imprensa midiáticas, inclusive aquela chamada por seis promotores do Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul em agosto de 2009, resultou em mais duas cpis e um processo de impeachment, posto a andar por decisão de um homem só, o presidente da Assembléia Legislativa, do PT.
Abri todas as informações, respondi ao que me foi solicitado, não interferi nos processos, em nenhum eles. Dois anos de um governo de resultados, desenvolvidos a um custo pessoal altíssimo, compartilhado com toda uma sociedade que participa, opina, e com conjunto de instituições reconhecidamente responsáveis.
Nesta fase (espero de amadurecimento da democracia e de suas instituições), ando cumprindo meu papel de ativista. Resisti, como hoje é reconhecido, sabendo que fazer política na fase atual é um jogo (como no esporte) bastante radical. Alguns dos principais processos foram até o seu final, todos com conclusões, derivadas de investigações livres, que me inocentam das acusações que lhes deram origem. Sempre as mesmas.
Por isso, afirmo que o que acontece com José Roberto Arruda é um caso que ao seu governo e ao Distrito Federal cabe responder, é de todo necessário que respondam, em nome de construirmos mais ferramentas e instrumentos de transparência que nos façam evoluir como povo e como sociedade democrática.
E para que não se repita a ladainha fácil de ser “tudo o mesmo”, peço a todos que procurem, e estou à disposição para ajudar nisso, todos os documentos e informações que os permita formar sua opinião, identificar suas semelhanças, e marcar as diferenças.
E viva a diferença!

GOVERNADORA. POR FAVOR OLHE PELA CIDADE DE ARROIO DO SAL. A CIDADE ESTA LARGADA DE MÃO PELA ADMINISTRAÇÃO. SOU PSDB, SERRA PRESIDENTE, YEDA GOVERNADORA, FEDERAL CLAUDIO DIAZ E AIRTON DE SOUZA PRA DEPUTADO ESTADUAL… PARABENS PELO SEU TRABALHO
Yeda Reply:
março 13th, 2010 at 19:01
Vamos olhar sim, sempre com carinho.
Somente o PSDB tem condições de mostrar ao povo brasileiro o que é viver num “estado democrático de direito”. Aos principais partidos isto não interessa e o conceito é de difícil compreensão para a maioria da população. Eis mais um desafio aos tucanos.
Yeda Reply:
março 13th, 2010 at 19:00
Permanente desafio, estimulante desafio. Abs