Archive for março, 2010

QUEM USA OS SERVIÇOS PÚBLICOS, E OS SERVIDORES VALORIZADOS, AGRADECEM

A relação entre valorização do servidor público e a qualidade dos serviços que ajudam a fornecer é mais do que evidente. Por isso melhorou tanto a avaliação que os usuários dos serviços públicos deram a nós, deste período de governo. Estimulante. É mais uma prova do acerto de colocar as contas do estado em ordem, para poder financiar equipamentos, regionalizar os serviços, fazer concursos e contratar como poucos governos fizeram, criar novas carreiras como instrutores do detran, aumentar salário, e premiar por desempenho. Em três anos uma pequena revolução. Os cidadãos que usam serviços públicos agradecem.
Está em fase final a votação da nova leva de propostas de reestruturação das carreiras do estado. Como disse que faria desde o início do meu governo, já foram várias, grandes melhorias, desde o ano passado o IGP, as carreiras jurídicas, as leis Yeda, e outras. Esta ano e esta semana a Brigada Militar, a SPH, o Detran, o IPE, a Fepagro, etc. Esperando há décadas. Agora as demais que propomos, várias, como a carreira da Saúde.

No ano passado recusaram aumentos substanciais para o Magistério e a Brigada. As maiores em número, correspondentes em importância. A BM já resolvemos, falta agora os professores. Tirando fora o teatro de absurdo e as cenas de “eu é que fiz”, que seriam simplesmente infantis não fossem tão prejuduciais ao estado e aos servidores que esses “autores” dizem defender, estamos chegando à cena final do absurdo e ao acordo que desejo para os professores.

Governar é exercitar paciência. Os avanços vêm passo a passo. Bom. Mas sem sucumbir ao atraso e à falsidade tão frequentes no “velho jeito de governar”, que tanto tiraram dos servidores e tanto pioraram os serviços públicos. Estamos avançando. Os educadores precisam. Os cidadãos merecem.

MINHA EXPERIÊNCIA NA PASTORIL CINCERRO

Este o título do livro de Getúlio Marcantonio lançado na última Expointer, em agosto de 2009 em Esteio. Tão carregada de história a sessão de autógrafos e as falas das pessoas que chorei. Publicamente, é claro. No privado é comigo e pronto. Mas em público, foi por um grande motivo.

A sessão contou com a Senadora Katia Abreu – presidente da CNA, e se constituiu num reconhecimento de todos o mais merecido a um homem e àquela obra de quem sempre acreditou com ativismo no homem que trabalha sem conservadorismo e ama o campo, com seus riscos.

Em pleno sucesso da Expodireto-Cotrijal da semana passada, ele se foi deixando uma história de vida singular e estimulante.

Criador de búfalos, Deputado por 4 legislaturas, Secretário da Agricultura de Sinval Guazelli, de Vacaria como ele, pôde praticar o que dizia ser necessário, pois que sua Análise sobre o Insuficiente Desenvolvimento Econômico do RS (1965) apontava muito antes para a necessidade de inovar e aplicar tecnologia ao campo.

Inspirado em experiência francesa de cooperação entre produtores, iniciada após a guerra, foi estruturando aqui as Cites (Clubes de Integração e Troca de Experiências), hoje já Federacite, que a senadora quer levar a todo o Brasil. Um dos “segredos” do RS e de sua produtividade no campo é o cooperativismo e o associatismo, que fazem do pequeno, através da associação e troca de experiências, o “grande campo” do estado, produtor e exportador.

A nossa Emater segue seus passos, entrando em cada propriedade para levar extensão, que é a incorporação do novo para todos os agricultores. Cada indústria, de leite a tabaco, de vinho a móveis, de calçados a frutas, segue o “segredo” da difusão de experiências com incorporação de novas tecnologias.

Então celebremos com a sua Pastorial Cincerro a quebra de algumas das insuficiências para o desenvolvimento de nosso estado. Minha homenagem a ele.

O GUAÍBA E A NOSSA OSPA

Por um ano, a meu convite, a nossa Orquestra Sinfônica do estado – OSPA, mudou o dia-a-dia do Palácio Piratini. Músicos e seus instrumentos, um entra-e-sai alegre, indo ensaiar ao lado do meu gabinete, ali no salão Alberto Pasqualini, que tem o imenso painel do Aldo Locateli mostrando o nascimento do Rio Grande do Sul pela sua arte.

Com sua privilegiada arquitetura, o Piratini tem ali uma caixa de som própria para orquestras. As cerimônias que ali eram feitas cederam espaço para a música da melhor qualidade. Ali ensaiaram a OSPA entre outros o grande maestro João Carlos Martins Nosso maestro da OSPA, Isaac Karabitchevski, encarregou-se de contar ao mundo onde anda o privilégio de ter como a casa da orquestra um palácio.

O Dr. Ivo Nesrala lidera a tarefa ímpar de construir o prédio próprio, que será o primeiro “edifício verde” do RS, ali perto do Guaíba, a partir de parceiros. Já tem o terreno e o projeto, está começando a arrecadação de fundos. Se é com ele, sairá, como o Instituto de Cardiologia nosso, modelo para o Brasil, e a administração de hospitais importantes.

Bem, mas chegou a hora de reformar para preservar o Piratini. Está em obras desde janeiro por seis meses    e reabrirá em julho, climatizado, com rede logística para brigar o moderno, sem os cupins centenários. A primeira grande obra de restauração em 100 anos, para durar outros 100.

Então, onde deveria ser o local para ensaios da OSPA? Ora, ali perto do lugar onde haverá o seu teatro próprio, olhando o Guaíba e seu pôr-do-sol. No Cais Mauá, que em breve será totalmente revitalizado, como já foram os de Belém e o de Buenos Aires. Em 2007 abri a Manifestação de Interesse, todas as etapas prontas, leis aprovadas, e agora a licitação. É pura emoção saber que poderei deixar essa obra que preserva toda a cultura de Porto Alegre e do RS a partir de seu Porto dos Casais. Sonho de vários governantes, desejo do nosso povo.

Pois lá, a primeira obra de revitalização – que é pura Cultura -  passou a abrigar o espaço OSPA: o Armazém todo reformado com apoio do Banrisul, climatizado, projeto próprio, maestro regendo olhando o Guaíba.

A arte é a interpretação da natureza pelo ser humano. Nunca a mesma perfeição. Mas a música da orquestra chega muito perto. Parabéns, Isaac, Ivo, secretário Eloi Guimarães e todos que construiram esse novo velho espaço. Obrigada.

OS ESTADOS E O PRÉ-SAL (I)

Quem conhece os meandros de como se produz uma lei importante no Congresso Nacional sabe que, para além dos escândalos, existe muito trabalho, e trabalho responsável, pois que tem a responsabilidade de fazer as leis, que o Poder Executivo deve tratar de buscar recursos para financiar, e o Poder Judiciário deve zelar para que seja cumprida a lei.

Afinal, como tudo, a Casa é feita de diversidade. Representantes dos estados tão diversos entre si devem ter a responsabilidade de elaborar leis que melhorem o sistema desta tão complexa República. Nos 12 anos em que lá pude representar o Rio Grande e trabalhar pelo Brasil aprendi sobre os “vários brasis” mas também sobre o grande preparo por metro quadrado de senadores e deputados, e de assessores que tratam de cada detalhe dos trabalhos desse Poder, tem.

O que o Congresso decide ser lei muda e mexe com a vida de todos os brasileiros, e influencia nas relações internacionais, nos direitos, nos tratados, no orçamento público. O Congresso Nacional cria e resolve crises. Sociedades desenvolvidas escreveram sua história através do ativismo de seus parlamentos, e do equilíbrio entre os poderes. Quanto mais concentrado o poder, mais injusto o sistema e mais desigualdade social se produz. Com a desigualdade, violência, seu subproduto maior. É o caso da concentração dos impostos e, em decorrência, dos royalties, tema do dia.

Não está pronta a lei que mudará a distribuição dos royalties, motivada a mudança pela decisão de exploração do pré-sal, nem o mundo vai acabar quando ela estiver pronta. Pelo contrário, o mundo federativo brasileiro vai melhorar. Como Governadora de um estado que a receita por royalties é insignificante, sempre pergunto quando encontro um governador que os tem abundantes e há tempos “onde fica o endereço do Senhor Royalties, porque quero conversar com ele para falar de redistribuição”. Eles sorriem. Mas hoje o endereço está no Congresso Nacional.

Só para dar uma idéia de valores, o Rio de Janeiro recebe arredondados 5 bilhões de reais POR ANO de royalties. Bom para o Rio. Mas para reestruturar uma dívida pública acumulada em toda a nossa história, conseguimos a confiança do Banco Mundial e contratamos arredondados 2 bilhões de reais EMPRESTADOS, em SÓ UMA VEZ, sendo esse o maior empréstimo da história do BIRD a um estado! Bom para nós. O empréstimo é inédito para os fins a que se propõe, ou seja, não é para fazer pontes ou estradas, mas para renegociar a dívida que foi sendo feita ao longo da história gaúcha.

Mas preciso construir pontes, fazer estradas, financiar educação, saúde, segurança, cuidar do meio ambiente, financiar direitos – ou seja, fazer justiça como as leis feitas pelo Poder Legislativo que reconhecem os direitos me exigem, eu, Poder Executivo. Ou seja, eu tenho que buscar arrecadar impostos, e quanto mais eles puderem ser acompanhados por royalties melhor posso fazer.

Fora isso, a própria definição de royalties, que são da União, e por lei ela os distribui, tem que evoluir. Porque uma riqueza como o pré-sal, conforme proposta da União, divide o território nacional em dois: os que na sua costa distante tem a riqueza, e por ela deve receber segundo a lei atual, e os que não estão ali, como o setentrional Rio Grande do Sul. A proposta da União concentra ainda mais os recursos nacionais.

Acompanho diariamente a discussão desde o seu início, meus secretários atuam em Brasília.

Agora, sei que assim funciona o Congresso: uma casa (Câmara ou Senado) produz um projeto, que vai para a outra casa, que discute abertamente, analisa, e se não muda o projeto original, aprova-se e vai à sanção presidencial. Se muda, volta à casa original, que analisa as mudanças e se concorda, aprova e vai à sanção presidencial. Se não, começa o círculo a rodar outra vez. Sabedoria do sistema, quando o tema é a distribuição das riquezas nacionais.

Deve mudar. Para mudar, deve haver uma regra de transição. O Governador Sérgio Cabral e todos os outros devem saber que esta governadora quer sim a mudança, que tem trabalhado para ela não para tirar de ninguém, mas sim para receber o fruto federativo da riqueza nacional. Nacional. De Lei Kandir a royalties, com reforma tributária na agenda.

Quer também que haja respeito e um período de transição para que os 5 bilhões de reais que recebe hoje não sejam reduzidos a alguns milhões da noite para o dia. Mas que os frutos do petróleo, que é nosso, principalmente os da nova fonte do pré-sal, fluam com maior justiça para todos, a partir da aprovação da lei.

PÁSCOA, UMA DATA MÓVEL

Há datas de calendário, como a da “virada do ano”, infelizmente a mesma das posses dos eleitos a cada 4 anos, a da proclamação da república, a dos padroeiros. Sempre nos mesmo dias. E há as móveis, que marcam oficialmente, mas razões diferentes, as celebrações de cada povo.

Páscoa é lua cheia, portanto móvel em relação ao calendário, e é a primeira lua cheia depois da mudança de estação. Lá onde as civilizações mais antigas de fizeram, no hemisfério norte, é a primeira lua cheia depois do equinócio de primavera, desde as civilizações pagãs celebrando a natureza, até as modernas, ligadas ao culto religioso. No católico, a ressurreição de Cristo. Para nós, do “novo mundo”, hemisfério sul, é a primeira lua cheia depois do equinócio de outono. Tempo de virada para o frio, tempo de chocolate.

Então aqui é tempo de Chocofest, este ano em Gramado. O tema que escolheram nesta festa que na serra se liga ao chocolate – marca registrada da serra em todos o país, é exatamente as fases da lua. As organizadoras da festa, que dura um mes, e já começou, me confidenciaram que a idéia veio quando, na abertura da festa então em Canela em 2007, no “discurso” eu contei esse  tema de Páscoa-Lua Cheia. Falei para as crianças, olhando para o céu onde brilhava a lua crescente, portanto, em “c” de crescente, em Canela com “c”, com o prefeito Cléo com “c”, com chocolate. Claro, com “c”. “C” de lua crescente que ia chegar a cheia (com “c”) ali na Páscoa.

E as crianças, que eram a base do desfile comunitário, ficaram prestando uma rica atenção naquele “discurso oficial” da governadora. Está certo, os adultos também, os pais e os presentes, porque há muito nos afastamos da natureza e perdemos a razão das festas e dos feriados.

Pergunte a alguém a seu lado se lembra porque a Páscoa muda de data a cada ano, e porque é “x” dias depois da festa (chamada pagã) do Carnaval. Depois me conte quantos sabem.

Bem, fico feliz com o tema da Chocofest, ninguém esquecerá se lá for olhar o desfile de porque a Páscoa muda de data a cada ano. Mais feliz fico porque a Páscoa para mim se liga a um evento muito especial. Quando podia viajar livremente, cheguei na Califórnia para uma curta visita aos meus queridos, estava para nascer minha neta, e a lua permitiu: vi nascer Victoria, minha quarta neta. Nasceu na Páscoa. Naquela Páscoa. Vai demorar um pouco para ela poder celebrar o aniversário na Lua Cheia da Páscoa – basta ver a complicada fórmula no Google que permite dizer o dia do calendário gregoriano (o nosso) em que coincidirá aquela data de nascimento, aniversário, com a de Páscoa. Uma festa só.

SÍMBOLOS

Como poucas, a sociedade gaúcha é ligada aos símbolos. Os cívicos, todos conhecem. Tem orgulho da bandeira que tem os dizeres “República Riograndense – 20 de setembro de 1835. Liberdade, Igualdade, Humanidade”, já que como república se constituiu pelos 10 anos em que durou a Revolução Farroupilha, enquanto o Brasil era ainda Império.

Cantam todos o hino do estado, como é bem conhecido em todo o país, assim como pelos visitantes de outros países que, nos eventos oficiais, notam que a abertura é feita com o hino nacional e o encerramento com o hino do Rio Grande. Desde muito cedo as crianças cantam o hino riograndense. Conforme já sabem os locutores de futebol, canta também a torcida do Grêmio em estádios de todo o país durante as partidas do time.

Cada organização que se forma escolhe de prima seu símbolo. Uma vez símbolo firmado, identidade reconhecida. Lembrei-me muito dessa característica que a foto do café da manhã de hoje na Assembléia legislativa deverá mostrar. Os chefes dos três poderes e das três instituições jurídicas que têm autonomia (Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas) juntos, convidados pelo Presidente da Assembléia, e comparecemos. A foto simboliza a fase de cooperação, em lugar do conflito, de que trata o Pres. Dep. Giovani Cherini.

Fomos três mulheres e três homens chefiando suas instituições. Belo símbolo estatístico da igualdade. Vimos a apresentação com logo (símbolo) da proposta de Cherini “Cooperação: o Rio grande acima das Diferenças”. Com pauta e tudo.

Enquanto falava, notei na parede da sala aberta no térreo da Assembléia, bem às costas de Cherini, em metal, o símbolo da bandeira. Então em 1835 éramos o Rio Grande. Por isso falamos Cherini e eu em Rio Grande, e não Rio Grande do Sul, nome da unidade da federação depois que foram se formando os estados. Neste blog mesmo me chamaram a atenção “por que Rio Grande?” e respondo lembrando os dizeres da bandeira – assim ficou, assim se fala por aqui. Fala simbólica, sem dúvida.

O que importa ressaltar hoje, no entanto, é o símbolo de cooperação possível e desejável entre os poderes, e entre eles e a sociedade, que o presidente da Assembléia vai afirmando com suas ações como sua forma de fazer política. Que bom, fase nova. O interesse de quem chefia instituições públicas sempre deveria ter sido assim, acima das diferenças, a favor do Estado.

O DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Comemoramos mais uma vez as conquistas femininas, como todos os anos, no dia 8 de março. A cada pouco um avanço, como o voto no século passado, as políticas de saúde e proteção da gestante e da primeira infância, as delegacias para a mulher, as leis para promover uma igualdade que nem a natureza e nem a sociedade nos fornecem como princípio.

E mais uma vez registramos as estatísticas referentes à profunda desigualdade que recai de modo concentrado sobre as mulheres, sobre as crianças, na forma de carga pesada da violência do mundo de hoje. Alguns países mais, outros menos.

A Coordenadoria da Mulher do Governo Estadual é responsável pelo programa Cidade Amiga da Mulher, pelo qual as prefeituras conveniadas firmam compromisso com várias metas, e recebem os incentivos do Governo do Estado para promover políticas específicas de promoção das mulheres e prevenção da violência.

Logo pela manhã, na Casa do Gaúcho, depois da tradicional cavalgada das Anitas, evento conjunto da Coordenadoria e IAG em homenagem aos 18 anos do Instituto Anita Garibaldi, e livro da Elma Sant’Ana contando a história destes 18 anos do Instituto. Homenagens e reinvidicações, com a marca do MTG na valorização da mulher guerreira.

No almoço, na Sociedade Gondoleiros, homenagem do Departamento Feminino a Zilda Arns, primeiro 8 de março sem ela, e a esta governadora. Com que eficiência e alegria ela criou e levou ao mundo um método de redução da mortalidade infantil pelo incentivo e presença todos os meses de voluntárias nas casas das gestantes/bebês. Queremos este ano isto: ela encontrou no início da Pastoral da Criança um Brasil com uma taxa de mortalidade de 87/1000, e nos deixou quando é 29/1000. Queremos no RS que se reduza dos atuais 11/1000 para uma taxa de país desenvolvido, de menos de 10/1000. Homenageá-la é fazer isso: incentivar as equipes de visitação do PIM e dos Agentes Comunitários a alcançar esta meta em 2010.

Durante todo o dia, e pude ir pela tarde a Passa Sete, um evento que mostra o que faz a diferença na nossa organização do campo, a força do trabalho e da organização da mulher trabalhadora rural.

Pelo 18° ano consecutivo, celebra-se o Dia Internacional da Mulher com encontro da Emater-Ascar em parceria com os 9 municípios da região, reunindo 4 mil trabalhadoras rurais, mais suas famílias e lideranças estaduais sindicais, educacionais, e políticas. Palestras, troca de experiências, convívio, reivindicações, a Carta de Passa Sete. Ali ao lado, outro evento regional com mais 4 mil trabalhadoras rurais, o mesmo se repetindo em todo o estado.

Então é, como sempre, a diferença: um movimento pela construção dos avanços pela organização do trabalho e pela celebração da vida. Nada de invasões e de destruição, e sim um dia de trabalho especial, com pauta de avanços que ainda precisamos construir, sem retrocessos. Parabéns!

COMUNICAÇÃO SALVA VIDAS

A cobertura do terremoto do Chile, de intensidade de  8.8 graus, vem sendo feita como os eventos importantes de todo o mundo, em tempo real e em rede global. Foi assim no desastre do Haiti há pouco pelo mesmo fenômeno.

Há uma diferença neste caso do Chile: o preparo do país nas comunicações e o modo como suas redes passaram a ser utilizadas como serviço para enfrentar a emergência. Já há centenas de mortos. Em rede mundial a Presidenta Michele Bachelet informa o tamanho do desastre, a conta aberta como Fundo na qual qualquer pessoa e instituição pode depositar dinheiro para ajudar na reconstrução do país.

O Google colocou janela própria para a comunicação de todos para todos, via twitter inclusive. Pelo twitter se comunicam os que procuram com os que são encontrados. Pelo mapa do Google se localiza e informa o posto de combustível que está aberto e tem estoque. As redes de serviços, de Defesa Civil à Polícia e as embaixadas, se encontram na janela aberta pela rede mundial para organizar os trabalhos e salvar vidas.

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