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VALE A PENA: DECISÃO POLÍTICA POR UM GOVERNO DE RESULTADOS

A pesquisa de avaliação da qualidade dos serviços públicos feita anualmente em  todo o estado, que divulgamos hoje, mostra o acerto da decisão política de governar mirando os resultados que o uso do dinheiro público feito com transparência e responsabilidade permite.

O ajuste das contas públicas, através do que pagamos todas as contas e investimos no que importa à população, tenta ser minimizado no seu objetivo, que é fornecer serviços públicos de qualidade. A pesquisa hoje apresentada, como manda a lei, desmente as “análises” que fazem os que criticam o déficit zero ou porque não entendem “o milagre”, conforme alguns, ou porque tem que ser negado por quem faz oposição pela oposição.

O déficit zero conta com uma “torcida contra”, talvez incomodados por uma gestão que tem na sua essência a capacidade de resolver problemas históricos, que eles quando governo não souberam resolver, ou não quiseram. O défict zero como meta e planejamento diário traz como resultado, mostra a pesquisa, a percepção da sociedade gaúcha na melhoria das áreas mais sensíveis: educação, saúde, segurança e infraestrutura. Enquandt se registrou déficit todos os anos, o governo não pagava suas contas, e os investimentos que chegaram perto de ZERO. Como investir se a cada mês os governos tiravam de onde fosse, do caixa único (receitas de outros que não da arrecadação de impostos) até avançar no imposto do futuro ou empréstimos da União, para pagar a folha de salários?

É claro que nem todos que criticam torcem contra. Na verdade, a cada dia sou perguntada sobre “qual foi o milagre”. Como é que em dois anos de governo não se precisou pedir dinheiro emprestado para pagar o décimo terceiro dos servidores, ao mesmo tempo em que  pagava todas as contas, inclusive aumentos salariais que adicionaram mais 1 bilhão de reais na conta dos salários dos servidores? Milagre? Em finanças, milagres não existem. Dinheiro não dá em árvore nem cai do céu por descuido.

Segredo? Também não. Foi a decisão determinada e persistente de pagar as dívidas antigas, recuperar a confiança no Estado, e ir diariamente aplicando a cultura de só colocar dinheiro bom (impostos) em despesas boas (serviços públicos de qualidade). Gestão. É uma cultura ainda nova no setor público, mas as empresas, hospitais e as escolas privadas sabem que é preciso reduzir custos dispensáveis para colocar dinheiro na finalidade que buscam, ou não sobrevivem.

Todos sabemos que não é possível consertar tudo de uma vez, que há contas estruturais, como previdência e vinculações, que precisam ser reequacionadas. É preciso para isso reformar a estrutura de impostos (matriz de impostos) e a previdência, aumentando e não retirando direitos, mas fazendo com que os muitos não paguem para os poucos de altos salários e pequena contribuição.

Pois já reequacionamos um dos maiores problemas do Estado, a imensa dívida pública estadual acumulada por 37 anos de déficit que foi financiado ano após ano com empréstimos que já não conseguíamos pagar, e já não conseguíamos sequer renovar. Foi graças à reconquista da confiança de que o Rio Grande do Sul poderia pagar suas contas em dia investindo, déficit zero, que assinamos empréstimo pioneiro do Banco Mundial, de R$ 1,1 bilhão de dólares, em 2008, transformamos pagamentos que teríamos que fazer em 1, 2 ou 5 anos, em pagamentos da dívida a juros mais baixos por 30 anos. Mudança estrutural, dura 30 anos!

Outro fator importante merece destaque nesta virada: a transparência. É um dos pilares da nossa gestão. A partir dela fomos mudando para melhor a convivência política – embora a reação tenha sido selvagem por parte de uma oposição sem limites. Cada linha do orçamento é discutida, para podermos dar segurança aos prefeitos que sabem com o que podem contar; aos fornecedores que sabem que recebem em dia (em 2006 eram pouco menos de mil e hoje já temos mais de 12 mil fornecedores); aos investidores que estão chegando e gerando empregos porque sabem que, além da qualificada força de trabalho do povo gaúcho, aqui existe um governo que cumpre seus contratos e a lei; a toda a sociedade que, além de afirmar que os serviços públicos melhoraram de qualidade no nosso governo, podem acessar pela internet no portal de transparência tem acesso a cada centavo aplicado pelo governo.

Nunca coloquei em dúvida o projeto, apenas sabia que tomaria tempo para afirmar que a luta vale a pena quando o resultado aparece. Quando escolhi que iria me candidatar a governadora sabia o tamanho do desafio.

Conhecia o tamanho do desafio e a natureza da oposição radical que enfrentaria.

Foram quase 4 décadas de desequilíbrio, mas, com vontade política e gestão eficiente, as mudanças já mostram um presente melhor para os que usam os serviços públicos. O que era futuro no discurso já chegou, já é presente, é o Rio Grande das contas em dia que fecha com sucesso mais um ano de déficit zero, um estado que não permite retrocessos.  Pois os gaúchos e gaúchas afirmam que estão usufruindo de serviços públicos que melhoram a cada dia a dia. E isso quem diz não é o governo, são os usuários, os cidadãos e cidadãs do Rio Grande do Sul. Que bom.

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