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NINHO NO CAFF

Apareceu o filhote da minha coruja protetora. Não sei se corujinho ou corujinha, já vem no parapeito da janela do meu ninho no 21º do Centro Administrativo (CAFF). Fica no calorzinho do aparelho de ar condicionado. Anda frio por aqui. Porque está chegando a primavera ele veio, e se exibe, atende aos apelos do “olhe para cá”.

Excelência em governo eletrônico

Yeda Crusius, governadora do Estado

Na última semana, em Fortaleza, o governo do estado foi premiado com dois projetos de soluções tecnológicas no Seminário Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação. Através da nossa Companhia de Processamento de Dados-Procergs, os programas Remédio em Casa e Consulta Popular foram laureados na categoria de serviços públicos. Isso significa que modernização da gestão através do uso da Tecnologia da Informação se produz resultados diretos na qualidade de vida dos cidadãos. Esse foi um dos itens de nosso Plano de Governo que mais tem rendido reconhecimento.

O Remédio em Casa é uma iniciativa pioneira no País, pois agrega informação em tempo real e total integração entre Secretaria da Saúde, Procergs e Correios. O programa facilita a logística e agiliza a remessa dos produtos farmacêuticos, dá mais conforto aos pacientes cadastrados e garante continuidade no tratamento de doenças de alta complexidade. Liga todas as pontas e integra os diferentes atores envolvidos, tudo para facilitar a vida de quem precisa do atendimento. O foco inicial é o público idoso, mas gradualmente vamos atender outras faixas e as mais diferentes patologias.

Já a Consulta Popular é um processo de consulta para escolha de investimentos públicos que agrega dois objetivos: o de implantar o sistema de planejamento pelos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (COREDEs, criados em 1992), e o de aproximar o governo do cidadão fazendo-o protagonista do orçamento público. Para alcançá-los optamos pela sua modernização através de nova solução digital, e criamos um canal online de participação popular. A população pode votar presencial e virtualmente. Somando o pagamento do atrasado de muitos anos da Consulta, e estrito cumprimento das consultas durante nosso governo, a Consulta Popular ampliou enormemente a participação popular nesses últimos anos.

Estamos sendo reconhecidos por estarmos colocando a tecnologia a serviço das pessoas através de ações concretas nas nossas políticas públicas. Celebramos, tanto com os servidores quanto com a sociedade, a excelência alcançada em governo eletrônico, sempre preparados para incorporar os benefícios da inovação nesta era digital.

Publicado no Correio do Povo em 26-08-2010.

DA LIBERTADORES À COPA 2014, ESTADO PRESENTE

Demos mais um passo para inserir o nosso Rio Grande do Sul no mapa do esporte mundial com muita qualidade. Depois de decidido que a Copa poderia vir ao Brasil nós começamos a trabalhar em união, Prefeitura e o Estado, para que os jogos fossem realizados aqui em Porto Alegre também. Preenchemos o Caderno de Encargos da FIFA com responsabilidade, incluímos o estádio sede – Internacional – e seus projetos, e também o projeto de construção da Arena do Grêmio, ambos com recursos privados. É o único estado do país com essa realidade: recursos privados!

Criamos a secretaria especial da Copa 2014 que está atuando para que o estado esteja apto para receber atletas e visitantes. Além de Porto Alegre, outros municípios gaúchos estão sendo preparados para receber as delegações. Enviamos à África do Sul um ônibus do Rio Grande do Sul mostrando todas as cidades que querem competir para hospedar as delegações no período de treinamento e hospedagem.

E claro que para Porto Alegre os preparativos são diferenciados. A nossa Capital do estado vai sediar no estádio do Internacional os jogos da Copa. O Grêmio vai construir a Arena. Para isso, o Governo do Estado deve ser parceiro, e por isso levamos ao presidente da Assembleia, Giovani Cherini o projeto de lei que concede isenção de ICMS a materiais que serão utilizados nas obras dos clubes de futebol Internacional e Grêmio, com vistas à Copa do Mundo de 2014.

Veja a foto. As bandeiras dos dois clubes, a união de todas as partes, só aqui mesmo. Como tudo que é feito por este governo, sempre com muita transparência. A Secretaria da Fazenda instituirá um grupo de acompanhamento das ações, com a presença de representantes do Tribunal de Contas do Estado. 
A isenção constará no Orçamento de 2011 que será enviado, em setembro, à Assembleia. O máximo de isenção é R$ 30 milhões por obra, até o valor de R$ 250 milhões. O teto é resultado do orçamento apresentado pelo Internacional para a reforma e ampliação do estádio. O mesmo limite foi adotado para o Grêmio, que planeja a construção de um novo estádio. Ao todo, a renúncia fiscal será de R$ 60 milhões.

E como estamos em campanha eleitoral também, estamos elaborando o projeto Duplica Copa 2014, com o que o Governo do Estado de 2011/2014 pode ajudar Porto Alegre nos investimentos necessários para fazer a etapa RS ser a melhor do país.

No quesito segurança, o primeiro teste foi a final da Libertadores que deu o bi ao Inter nesta semana. Agora são dois times bi da Libertadores. Segurança totalmente voltada para o grande evento, tudo saiu muito bem. Apesar do entrevero entre os jogadores dentro do campo… Então vamos nos preparar pra sermos os melhores em 2014.

Somos todos SERRA

CORUJAS E RATOS

Tenho a felicidade de ter uma coruja que me protege no CAFF – Centro Administrativo do Estado. A mim em especial porque mora ali onde trabalho, no 21° andar. Já a apresentei a vocês em outro post no ano passado, quando a covardia dos ataques pessoais e institucionais que sofria, levados pela perversidade e o prazer das ações dos agressores, foram chegando ao fim. Esgotando-se pela repetição, pelo vazio de verdade dos conteúdos, mas e também graças à coragem de tantos que se levantaram contra a onda fascista inacreditável nos dias que corriam, a democracia conquistada, a internet dando acesso livre à informação, a história que ensina, céus!

Inacreditável até por aí, não tem uma mulher para ser apedrejada no Irã? E nossos dirigentes ditos “maiores” traçando amizade eterna com eles os ditos “maiores de lá”? Então eu dizia “acreditem, é assim, a história já mostrou em outros momentos, então é resistir, venceremos a eles e a face triste que mostram de si para o Rio Grande do Sul”.

A coruja naquele dia de 2009 apareceu, me olhou, voltava, quis entrar no gabinete, estava formando ninho. Eu disse então “xô urubus, bem-vinda, coruja”.

Agora ela retorna, com um rato caçado no bico, nas patas, olhou e olhou, nos deu o tempo da foto e da meditação, se mostrou por muito tempo, o vôo emocionante no ar.
Compartilho com vocês alguns desses momentos. Esse rato se foi. É a lei da selva, do equilíbrio, da vida.

Ela imponente veio dar o testemunho. Estou aqui. É essa a minha função neste mundo. Bem-vinda, coruja.

“Querido Walter, pai presente”

Minha nobre e amiga Governadora Yeda, saudações: Novamente venho manifestar-me sobre o seu esplêndido título acima, que não deixa de ser parecido ou com alguma conotação sobre uma mensagem que escrevi ao meu filho mais velho, Patrick Trein, no dia 09 do corrente quando o mesmo completou seus 28 anos de idade, atualmente cursando Direito,me colocando na posição de seu Pai, Funcionário Público e Gerente Geral do Banrisul, cujo conteúdo expresso um pouco de minha vivência e experiências adquiridas nestes meus 55 anos de idade e 35 de Banco, mensagem essa intitulada assim, Meu filho se você quer que seus resultados mudem, antes de tudo você precisa mudar. Para um homem de muita coragem, arriscar perder o que conquistou não representa um problema, pois ele sabe que a conquista não foi obra do acaso e sim resultado da própria capacidade. No entanto, saber que a própria capacidade determina o tamanho das conquistas faz com que ele sempre procure crescer antes de iniciar uma nova empreitada.Eu meu filho, sinto e sempre senti fascínios por novas conquistas, não para receber aplausos, mas para conhecer e aprimorar a força.Estar vivo meu filho, é estar em crescimento permanente, por isso se diz que uma pessoa está crescendo ou está morrendo. A acomodação meu jovem filho,é o último estágio antes da morte psicológica!

Mas crescer realmente dá trabalho.Por certo, por esses motivos muitos preferem a mediocridade como disse um teatrólogo francês assim “somente os medíocres estão sempre em seu máximo”. Crescer meu filho, significa deixar o conforto, para ousar uma nova dimensão de vida, e a maioria das pessoas tem medo de perder a comodidade.Esses seres humanos são muito apegados aos hábitos, mesmos em situações angustiantes. Crescer Patrick, significa lançar-se ao desconhecido. As vezes, isso quer dizer mudar todo o negócio para que sua empresa/organização possa dar um salto qualitativo e quantitativo, e isso meu jovem amigo e filho, não é para covardes!
Crescer significa aprender a escutar. Quando um amigo, chefe, subalterno ou cliente nos faz uma crítica, é fundamental oferecer também o outro ouvido: ”O que mais você tem a me dizer?. Crie Patrick, condições para as pessoas manifestarem opiniões a seu respeito, mesmo que elas sejam duras.Quando você fizer alguma pergunta, ouça a resposta. O importante não é quem fala, mas quem escuta e o uso que faz do que escutou.

Quando alguém ouve uma crítica e reage de maneira agressiva, ou tenta se justificar como se nada pudesse macular sua imagem de perfeição, pode ter certeza que você está perdendo a oportunidade de crescer. Um Gerente, um Executivo, ou lá seja quem for meu filho, cresce sempre, não importa que situação enfrente ou o trabalho que isso dê, aqui vai para seu coração um exemplo para você refletir, um pequeno episódio, mais de uma grandeza extraordinária e magnífica sobre um sacristão:
Esse sacristão analfabeto viveu muitos anos ajudando um padre,que acabou morrendo de velhice. Quando o substituto do padre apareceu, pediu ao sacristão que escrevesse um relatório de suas atividades. Então, o sacristão disse ao padre, eu não sei ler nem escrever.Então o novo padre não teve dúvidas ao lhes dizer, não posso ter um analfabeto como meu auxiliar, o Senhor está demitido.

Chateado, o pobre homem saiu da igreja muito triste, querendo fumar um cigarro, mas não conseguia porque não tinha dinheiro para comprar um maço inteiro. Foi então que lhes veio a idéia de passar a vender cigarros por unidade, em um bairro pobre. Assim pensou, assim fez. À partir daí, surgiu um pequeno negócio, que foi crescendo, e cresceu tanto que o antigo sacristão passou a valorizar as próprias idéias, investiu em novos projetos que imaginou e se tornou um rico empresário. Um dia meu filho,quando ele foi a um banco, o gerente pediu a ele que vericasse se as cláusulas estavam corretas.Ele admitiu que não sabia ler, e o gerente se espantou: Mesmo sem saber ler, o Senhor é um empresário dos mais competentes que já conheci em toda minha trajetória de banco, o Senhor é realmente um autêntico vencedor. Imagine aonde sua pessoa teria chegado se soubesse ler! e aí meu filho ele não titubeou e a resposta do mesmo foi imediata: Eu não teria passado de um simples sacristão. Finalizando meu filho o que realmente significa crescer, vai precisar aceitar que, muitas vezes, perder faz parte do jogo. O Gerente que se destaca entre os demais, sempre aproveita as derrotas como estímulo para evoluir, leve isso como um conselho de um pai e amigo. Felicidades.

Baseados nesta minha mensagem D.D. Governadora, sou seu admirador, me acostumei ler e ouvir muitas coisas que vem de dentro do seu coração, e como é lindo poder se expressar da maneira e facilidade que a Senhora tem em colocar um pouco mais de sua personagem, com muita firmeza, com toda a categoria que uma Chefe de estado possa ter, tenha a absoluta certeza Governadora Yeda,que você nasceu para ser uma iluminada, aliás é uma iluminada, que coisa impressionante o assunto que foi abordado, “TRANSPARÊNCIA: A VERDADE FAZ BEM MAS INCOMODA”, duvido Governadora, quem teria a coragem de tirar uma virgula do que aí está escrito, é puramente verdadeiro e nunca esqueça minha amiga o que já lhes escrevi em outras oportunidades, faça sempre como meu velho pai, até o fim de sua vida, “MEÇA DUAS VEZES, CORTE UMA”. Obrigado, e meus parabéns. Outubro se aproxima, porém ainda vai ter muitas correntezas de águas cristalinas para passar por baixo das pontes.

Um abraço. Walter Trein.

ECONOMISTAS  

Permitam que eu compartilhe uma mensagem que faz todo o sentido para nós, que neste governo e com uma governadora economista, escolhemos o programa-síntese para conduzir a grande transformção do defict zero, o “fazendo mais com menos”. Gestão, transparência e responsabilidade, que nos permite pagar todas as contas, as do passado e as do presente, isso é défict zero, conquisitado com muito trabalho e determinação depois de 37 anos de acumulados deficits que fizeram a maior dívida pública do pais. Com um orçamento muito maior devido a um planejamento claro e pactuado, mais receitas com redução de muitas alíquotas, e por mais receita podendo gastar muito mais que os governos anteriores em saúde, educação, sanemaneto, segurança, infraestrutura, porque trocamos gastos ruins por gastos que são serviços públicos. Inovando nas receitas, e dando qualidade aos gastos – 30% a menos de custeio indo essa massa de recursos para políticas públicas de interesse dos cidadãos – se fez uma nova e melhor realidade para todos.
Mas quem tem poesia na escrita sintetiza, e a mensagem do Paulo Renato Biacchi Rodrigues diz tudo:
“Hoje é um dia dedicado àqueles que fazem mais com menos, que fazem frente a necessidades ilimitadas com recursos escassos, que estudam e praticam o dilema de fabricar espadas ou arados, de entender os cenários e tendências para dizer ceteris paribus, de enfrentar o que é liquidez seca, graus de alavancagem operacional, etc, para ter a convicção que o dinheiro só se gasta uma vez.”
 
Valeu Biacchi!

A DATA VALE A PENA CELEBRAR

Porque, apesar de ser um dia que alguns não gostam, 13 de agosto é o Dia do Economista. Comemoro sim de modo especial o trabalho dos economistas do governo, os responsáveis pela formulação das ações que nos fazem hoje sermos reconhecidos como estado e governo nacional e internacionalmente. Não é qualquer equipe que faz o ajuste que fizemos em 3 anos! Se os seus conhecimentos pudessem guiar mais pessoas e mais governos e instituições, menos desgastes e mais soluções poderiam ser dados a problemas que são enfrentados no dia-a-dia das pessoas. Melhores resultados chegariam para a vida social e política dos povos.

Claro, há economistas e economistas, alguns erram no diagnóstico, não perseveram nas ações e… Criam problemas. Atualmente, nossa profissão tem o merecido reconhecimento, já que atuamos nas finanças e estratégias que trouxeram o início de um círculo virtuoso das finanças estaduais a serviços da população. Como governadora foi formando uma excelente equipe que pude privilegiar a gestão, com foco na probidade, respeitando os demais poderes, que conseguimos alcançar o déficit zero aqui Rio Grande do Sul. Foi um trabalho conjunto do nosso governo com a sociedade gaúcha e que contou com a experiência e empenho de inúmeros economistas, alguns inclusive meus alunos da UFRGS.

Tenho uma grande alegria de fazer esse reconhecimento público a tantos colegas pela contribuição que deram no sentido de equacionar e resolver o primeiro e principal problema das finanças públicas estaduais – o desajuste fiscal – e, em consequência, para o problema da incapacidade de investir em mais e melhores serviços aos cidadãos do nosso Estado.

Conseguimos provar que estabelecer metas e números a serem atingidos não é uma mera questão matemática, mas o caminho para o desenvolvimento integrado, proporcionando a todos mais saúde, educação, segurança e infra-estrutura.

Como sempre digo, atrás dos números tem gente. Mais animada, com maior autoestima e com confiança no Rio Grande.

Feliz dia do economista para todos nós!

VAGAS PRISIONAIS, SEMPRE POUCO

Quando criei a Força Tarefa dos Presídios em 2008, trouxe para dentro do Palácio Piratini o quadro da dor dessa realidade, que não era coisa só do Rio Grande, mas nacional. Alguns mais próximos me disseram “a senhora está apontando uma arma contra a própria cabeça, isso não se resolve de modo fácil, não chame para si esse problema, porque ele não é seu, é muito maior”. Claro que não, mas cabe ao governante chamar para si a articulação da sociedade. Precisava ser mostrado o problema, seu tamanho, e compartilhar com todos os que compõem o Estado o enfrentamento da questão gravíssima. Senão a arma estaria voltada para cada cidadão, já que a violência e criminalidade só faziam aumentar.

Esse enfrentamento tinha que ser feito. E está sendo.

De nossa parte, Poder Executivo, miramos as nossas políticas públicas para o respeito aos direitos (criação da Secretaria de Justiça e Desenvolvimento Social) e para a redução da criminalidade e o enfrentamento de suas causas. Décadas para melhorar, mas tinha que começar.

Primeiro, com a prevenção da violência (PPV – Programa de Prevenção da Violência, fevereiro de 2007) com todo o governo e sociedade se envolvendo nas centenas de ações para barrar na origem o crescimento dessa epidemia social. E o projeto estruturante Recomeçar, buscando a reintegração dos apenados. Sigam nos portais do governo as ações e resultados.

Primeiro também, e junto, a aplicação da lei. A técnica das barreiras policiais, baseadas na verdade de que o crime anda de carro, traz como resultado um número de prisões por semana muito alto. E as vagas, e o andar da Justiça? Bem, o tamanho do problema está aí, milhares de novos presos, problema a ser enfrentado. Em conjunto.

Primeiro, e junto, a recuperação dos efetivos e sua qualificação na segurança pública: o IGP, que dá laudo para iniciar o andamento dos processos na justica. A Susepe, com concurso, qualificação e treinamento, contratação. A Brigada Militar, idem, equipamentos, etc. E a Polícia Civil, céus que carências! Agora as carreiras da Segurança Pública foram reestruturadas, aumentos de salários dignos, condições de trabalho. É apenas o início, diriam alguns, mas sim paramos de ir prá trás e de esconder as responsabilidade, e começamos a andar para a frente. Redução de 13% nos índices de criminalidade no nosso governo. É apenas o começo.

E primeiro, porque é a base, criar condições de financiamento para tudo o que é necessário: obras do setor que precisam ser feitas, viaturas, equipamentos, inteligência, concurso e contratações, aumentos salariais. Ufa, déficit zero com gestão e investimentos garante o orçamento aumentado e muito da segurança.

Bem, as 1050 vagas que a força-tarefa pediu em 2008 para o regime semiaberto criamos. Agora tem mais 400 que a Justiça nos pede. Sempre mais, e sempre será assim. Providenciaremos. Sem escândalos, luzes da ribalta, enfrentando as resistências das comunidades de assumirem a proximidade desse problema: há milhares de apenados no regime semiaberto, haverá sempre mais. Reformamos 30 casas prisionais por emergência, tuitei há dias sobre isso. Estamos melhorando muitas mais sem emergência. Estamos cosntruindo para regime fechado novas casas prisionais. Femininas inclusive. E mais uma PPP – Parceria Público-Privada que soma toda a nossa concepção do praticar a justiça e permitir o recomeçar: um projeto estruturante que muda o sistema. E reforçamos com nossa eficiência policial as regiões de fronteira. Pelas fronteiras abertas com a América Latina entram as drogas, flagelo social. De nossa parte, as nossas fronteiras foram reforçadas no que nos compete.

Enquanto isso, desde deputada federal milito no setor: leis melhoradas, CPIs das quais participei, defensora da transparência com regras com a criação da ABIN. Ainda e sempre a necessidade de um sistema mais ágil de justiça, preparação tecnológico das forças policiais, tudo o mais. Para também evitar a contaminação para dentro das instituições da corrupção pelo crime organizado (Denise Frossard).

Mostrar a verdade incomoda. Incomodei, mas com a união dos interessados em barrar o flagelo social, está melhorando. Falta muito, muito, muito. Mas nesse campo não tem mais tapete escondendo a sujeira, e sim ações asrticuladas do poder público para enfrentar.

TRANSPARÊNCIA: A VERDADE FAZ BEM MAS INCOMODA

Nosso governo recentemente foi premiado pelos primeiros lugares no ranking feito por instituições sociais sobre os portais de transparência.

O que mais incomodou nos outros desde o primeiro momento do nosso governo foi isso: a determinação de, mostrando a verdade, enfrentar para melhorar o que tinha que ser enfrentado. Então logo no primeiro dia “tiramos os tapetes da sala”, chega de esconder o que precisava ser mostrado, para entenderem às claras porque faríamos o principal que tinha que ser feito. Não demos continuidade à “tradição” de “tirar o sofá da sala” para impedir os “namoros” com a falta de transparência, o que deixava de resolver o problema e sim o retirava da frente. Isso “não é comigo”.

A verdade faz bem ao ser humano e à sociedade, mas incomoda os que preferem a paz do “não é comigo”, ou “não me mostre, é feio”.

Sempre buscamos a verdade, que é expressa de várias maneiras. Estatísticas expressam a verdade que tanto se busca esconder se não se quer enfrentar para que mudar. Nos índices dos rankings públicos, por exemplo. Em 2006 éramos o último estado em investimento dentre todos os estados brasileiros. Éramos o último no acesso a esgotamento sanitário. O grande Rio Grande! Éramos os primeiros lá atrás e agora os 6°s e 9°s na avaliação da educação. Como, se tão organizados e politizados! Éramos os primeiros em dívida. Os últimos nos salários básicos do magistério e da saúde.

E não foi ninguém que fez isso, só os “37 anos de déficit”, conceito complicado e abstrato, com sérias consequências concretas, era preciso dizer que ele existia e respondia pela perda de qualidade dos serviços públicos para os que os usam, explicar para as pessoas que trabalham e sobrevivem no mundo real.
Só se consegue explicar o mal que o déficit público continuado e crescente fez ao Rio Grande quando se muda, e se pode comparar. Como era, como é. E que não se esquivem ou mascarem os que ajudaram a fazer. Assumam. Eu assumi, não culpando ou maldizendo ou atacando, o que não leva a nenhum resultado a não ser a intoxicação social, assumi mostrando como era, e como poderíamos mudar o quadro triste de estar andando prá trás sendo tão ricos como estado. Incomodei um monte, como se diz conversando livremente. Incomodei quando mostrei o quadro medieval dos presídios, que levava a represar (não o governo, mas o estado) a progressão de pena, superlotando os presídios. Incomodei porque mostrei que se cumprisse a lei, prendendo quem tinha que ser preso, não haveria vagas nem para o começo de cumprir a lei.

Mas isso é a outra história, a de hoje, a de todos os dias, e que precisa ser mostrada. Noutro blog.

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